Em 1960 chegam ao Brasil as teorias cognitivistas, que consideravam o conhecimento como um produto da interação do homem com seu mundo e enfatizavam os processos mentais dos estudantes durante a aprendizagem.
Somente em 1980essas teorias passam a influenciar o ensino de ciências.
Valorização da aprendizagem pela descoberta ; o desenvolvimento de habilidades cognitivas; sugestões para que os estudantes lidassem diretamente com os materiais e a realização de experiências para o aprendizado significativo, e mostrando que o papel do professor é de orientador /facilitador.
Em 1964, o Sistema Educacional Brasileiro entra em crise ...
Convênio Agência Internacional USAID, que preconizava que o governo brasileiro deveria trabalhar conteúdos e métodos de ensino para que a formação científica fosse mais eficaz, segundo os interesses do governo estadunidense.
Em 1970 o Projeto Nacional do Governo Militar preconizava modernizar e desenvolver o país em um curto espaço de tempo, entretanto ao mesmo tempo que a legislação valorizava as disciplinas científicas , na prática elas foram prejudicadas pela criação de disciplinas que pretendiam possibilitar aos estudantes a entrada no mundo do trabalho.
A partir de meados de 1980 e durante a década 1990, o ensino de ciências passou a contestar as metodologias ativas e a incorporar o discurso de formação do cidadão crítico, consciente e participativo.
Vygostsky – Interações – Contexto Social
“As atividades didáticas pressupunham que, com o auxílio do professor e a partir de hipóteses e conhecimentos anteriores, os estudantes poderiam construir conhecimentos sobre os fenômenos naturais e relacioná-los com suas próprias maneiras de interpretar o mundo.”(CARVALHO E GILPÉREZ,1992)
A partir do final dos anos 90 a educação científica passou a ser considerada como uma prioridade para todos, por ser um fator definidor do desenvolvimento do país.
Responsabilização social e ambiental por parte de todos os cidadãos, permitindo uma reconsideração sobre sua visão de mundo, sua confiança nas instituições e no poder exercido pelas pessoas ou grupos, avaliação do modo de vida pessoal e coletivo.
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